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29 de Agosto de 2014 | 22:28

E o preconceito continua

E o preconceito continua

Juliana Guimarães

Pode ser estarrecedor para muitos de nós, mas sim, em pleno ano de 2014 ainda existem racistas. Recentemente, muitos casos têm sido noticiados nas mídias, no entanto, eles se repetem diariamente no dia a dia de milhões de brasileiros. Logo no Brasil, um dos países mais miscigenados do mundo. É quase um paradoxo, né? A realidade é que estamos cercados de imbecis preconceituosos por todas as partes. Já chega a ser repetitivo esse discurso, mas parece que a galera ainda não entendeu, então, vamos nós de novo.

O preconceito está por aí nas mais diversas formas. Contra cor de pele, sexo, idade, opção sexual, classe social e por aí vai. Santa idiotice!! Para começar, vamos à palavra. Por definição, preconceito é um "juízo" preconcebido. Um conceito formado anteriormente ao conhecimento do “objeto de análise”. Na prática, o preconceito se manifesta de forma ofensiva e, nos piores casos, violenta.

Entretanto, é um erro pensar que só existe preconceito de branco contra negro, homem, contra mulher, hetero contra gays, ricos contra pobres etc.. O oposto também acontece. Não estou defendo ninguém. Muito pelo contrário. Sou contra qualquer tipo de preconceito, ainda que eu tenha a consciência de que, infelizmente, isso está impregnado na nossa cultura e que, ocasionalmente, de forma inconsciente, cometemos alguns deles.

O fato é que já ouvi, diversas vezes, pessoas com menos poder aquisitivo criticando “ricos”, pelo simples fato de ser rico. Se o individuo enriqueceu de forma ilícita são outros quinhentos, mas isso é questão de índole, não de poder aquisitivo. O mesmo já aconteceu, pasmem ou não, quando conheci uma negra que dizia só namorar negos. Neste caso, não era porque ela não gostava de brancos, mas sim porque se auto-discriminava. Vai entender...

Cara... Existem pessoas boas e ruins de todas as cores, sexos, religiões, classes sociais. Caráter não tem nada a ver com nada disso! Sinceramente, não entendo quem fica perturbando o outro só porque ele é diferente de alguma maneira. Acho tão linda nossa diversidade! O que eu acho escroto mesmo é gente falsa, dissimulada, mesquinha, trapaceira... Sendo de bem, pode ser roxo e pagão que eu não tô nem aí. “Tamo junto!”


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