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03 de Outubro de 2014 | 20:52

Por trás das cortinas

Por trás das cortinas

Juliana Guimarães

Definitivamente, a arte me fascina! Ontem tive o privilégio de acompanhar os bastidores da ópera “O Diletante”. Pude ver a preparação e conversar com elenco, músicos, produtores, responsáveis pelo cenário, figurino e caracterização. A melhor parte é que tudo isso foi feito por alunos, que graças a um projeto fantástico, o “Ópera na UERJ” -- ainda em fase acadêmica -- têm a oportunidade de participar diretamente dessa complexa composição.

Pelos corredores e camarins, pude recordar a adolescência, das minhas apresentações no Teatro Municipal em espetáculos de dança, com a diferença de que, ali, ouviam-se as vozes se aquecendo por todo canto. No entanto, com a mesma magia da arte. O encanto de ver quem faz o que gosta e se dedica a isso.

Seis solistas, 33 músicos e o coro com 16 integrantes encantaram a platéia com fantástica interpretação. Uma comédia apresentada nas vozes de sopranos, contraltos, tenores e barítonos, capazes de cativar até mesmo o público que se encontra distante da música clássica no seu dia a dia – eu, por exemplo.

Esta página é espaço demasiadamente reduzido para que eu possa expressar como me maravilhou as conversas com os artistas. A empolgação de quem estava assinando seu primeiro trabalho. O entusiasmo de quem, ainda cursando a universidade, escolhida por amor, já possui diversos trabalhos e a certeza de que está no caminho certo. Pessoas que desde cedo se dedicaram à carreira. Quatro deles começaram aqui, no Instituto dos Meninos Cantores de Petrópolis, e hoje alçam vôos e alcançam seus sonhos.

Em várias colunas anteriores, falei sobre a discriminação da cultura urbana. Hoje, mais uma vez, quero falar sobre a importância da diversidade cultural. Sorte nossa, que conseguimos aproveitar o que cada cultura tem a oferecer!

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