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18 de Julho de 2014 | 21:17

X-men: Dias de Um Futuro Esquecido

X-men: Dias de Um Futuro Esquecido

Juliana Guimarães

Desde 2000, os mutantes dos quadrinhos da Marvel invadiram as telonas. Em 2014 foi a vez de “X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido”, produzido e dirigido por Bryan Singer. O filme já alcançou a maior bilheteria entre os sete da franquia e a segunda maior de 2014 em todo o mundo. O que me parece muito compreensível após assistir à obra.


A trama não traz grandes revelações – exceto por uma pequena surpresa ao final – mas é capaz de prender a atenção do público de todas as idades (entre aqueles que apreciam o gênero, é claro). Em um futuro onde os mutantes estão sendo exterminados pela raça humana, mais uma vez Wolverine será o grande mocinho.

O personagem de Hugh Jackman é enviado ao passado para tentar mudar os fatos que levaram a esse genocídio. A essa altura, Magneto, interpretado por Ian McKellen, não é mais o vilão da história, mas  a volta ao passado não nos permite esquecer seu antigo ódio pela humanidade.


Além dos clássicos, como Tempestade, Fera e Mística, o filme traz uma riqueza fantástica de personagens. A parte cômica fica por conta da interpretação de Evan Peters para Mercúrio, um adolescente com velocidade infinita.


O próximo longa da sequência, “X-Men: Apocalypse”, tem estréia prevista para 2016. Só me resta uma pergunta: se, ao voltar no tempo, Wolverine alterou os acontecimentos das últimas décadas, não seria preciso um novo roteiro para os filmes já exibidos?

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