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28 de Abril de 2014 | 12:32

A história do Jiu Jitsu e a região serrana

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O atleta tenta aplicar um chave de braço no oponente.

Redação - Notícias da Serra

O Jiu-jitsu, arte marcial popularmente conhecida como arte suave, teve início em Petrópolis, com Hélio Gracie. Muito franzino, o paraense não conseguia treinar judô com seus irmãos na infância e adaptou movimentos para a luta no chão, que favoreciam a técnica, e não a força e o tamanho. Hélio chegou à capital do Estado com 16 anos, quando ainda observava as aulas de judo de seu irmão Carlos, e popularizou a arte, desafiando publicamente os praticantes de artes marciais mais respeitáveis do Brasil.

Com a luta no chão, os golpes mais utilizadas como socos e chutes não eram eficientes. Por isso, Hélio Gracie adaptou técnicas de imobilização e finalização baseados no movimento de alavancagem. Com a imobilização, o lutador mais técnico ignora a força do oponente e o prende ao chão. A jogada favorecia o lutador mais fraco, pois este usa força e o peso de seu adversário para aplicar o golpes como chaves de braço, perna e estrangulamentos.

 O sistema de alavancagem se aplica a todo tipo de golpe no jiu jitsu, pode ser usada desde tentativas de finalização, como a chave de braço, até a inversão de posição, as famosas raspagens. Com isso, o lutador que usa seu peso de forma errada, acaba ajudando o adversário a manipular sua posição no chão, além de criar oportunidades para que o oponente o finalize.

O criador da arte faleceu em 29 de janeiro de 2009, os 95 anos de idade, na cidade de Petrópolis e deixou o seu legado na região. Hoje existem dezenas de academias especializadas na região serrana, e o esporte continua trazendo alegrias para os moradores, tais como projetos sociais e grandes lutadores. 

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